No mundo da velocidade automobilística, o Brasil celebra o seu retorno à Fórmula 1 após um hiato de sete anos sem um piloto titular. A chegada de Gabriel Bortoleto, com apenas 20 anos, à equipe Sauber é vista como um marco significativo, preenchendo a lacuna deixada desde a partida de Felipe Massa.
O talento precoce demonstrado por Bortoleto, nascido em São Paulo, foi o trampolim para sua conquista inédita de uma vaga na elite do automobilismo. Com um contrato selado no dia 6 de novembro, sua estreia nas pistas está prevista para a temporada de 2025, após um percurso brilhante que lhe garantiu títulos na Fórmula 3 em 2022 e na Fórmula 2 no ano seguinte.
Como o primeiro representante brasileiro na Fórmula 1 desde 2017, Bortoleto segue os passos de grandes ídolos do esporte, como uma nova esperança para a torcida verde e amarela. Sua ascensão meteórica reflete a excelência e a determinação que fizeram dele um nome a ser observado atentamente nas corridas internacionais.
Além de Bortoleto, outros pilotos brasileiros também estão deixando sua marca no cenário automobilístico mundial. Felipe Drugovich, aos 24 anos, após sua vitória na Fórmula 2 em 2022, desempenha um papel fundamental como piloto reserva na Aston Martin, enquanto aguarda uma oportunidade de titularidade.
Enquanto isso, Pietro Fittipaldi, neto do lendário Emerson Fittipaldi, continua a honrar o legado da família na Fórmula 1 como piloto de testes e reserva da equipe Haas. Sua participação em momentos cruciais das corridas, incluindo a substituição de Romain Grosjean em 2020, ressalta a determinação e a habilidade dos Fittipaldi nas pistas.
Unidos pelo amor à velocidade e pela bandeira brasileira, Bortoleto, Drugovich e Fittipaldi representam uma nova era de esperança e emoção para o automobilismo nacional. Com distintas trajetórias, esses pilotos compartilham o objetivo comum de levar o Brasil ao pódio mais alto da Fórmula 1, impulsionados por um otimismo renovado no futuro do esporte no país.